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"Ontem, recebi minha alta depois de 7 anos de tratamento e acompanhamento dessa ótima instituição e toda a sua equipe."

O serviço de Terapia Ocupacional do Instituto Mário Penna atende pacientes adolescentes, adultos e idosos, cuja capacidade para desempenhar atividades cotidianas (vestir-se, escovar os dentes, caminhar, tomar banho, entre outras) estejam ameaçadas ou interrompidas por incapacidades temporárias ou permanentes. É disponibilizado aos pacientes internados nos Hospitais Luxemburgo e Mário Penna, além do ambulatório de Quimioterapia do Hospital Luxemburgo.

Em sua atuação com o paciente, o Terapeuta Ocupacional avalia o desempenho ocupacional a partir do estado funcional, estabelece as intervenções e executa um programa variado de atividades terapêuticas. Na avaliação, são consideradas as queixas do paciente, os aspectos sensório-motores e cognitivos, o grau de independência no desempenho ocupacional, a presença de sintomas incapacitantes e o declínio físico e psíquico.

As abordagens terapêuticas comumente utilizadas junto aos pacientes são treino, orientação e adaptação das atividades de vida diária e prática; execução de exercícios terapêuticos, atividades lúdicas e manuais para estimular aspectos cognitivos, físicos e sociais; orientações quanto à (re)organização da rotina diária, com foco em técnicas de conservação de energia, simplificação das tarefas e adaptações para a melhoria do desempenho funcional; orientação ao paciente e familiar quanto à conduta trabalhada.

A intervenção do Terapeuta Ocupacional, a partir da avaliação e uso das abordagens terapêuticas, objetiva promover a qualidade de vida do paciente, a (re)humanização das relações interpessoais e do ambiente hospitalar durante o tratamento; conscientizar o paciente sobre suas possibilidades e condições para a realização das atividades de vida diária; estimular a criatividade, lazer, motivação e interesse; proporcionar aumento/resgate da autoestima e do equilíbrio emocional.

Objetiva, ainda, promover o retorno deste paciente às atividades significativas e ou necessárias para o cuidado pessoal, como a administração doméstica, trabalho, educação e lazer, de forma autônoma, participativa e independente.

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